25 de maio de 2007

A dor de cabeça

O sujeito, riquíssimo, sofria de uma terrível dor de cabeça até que um dia foi procurar um médico. E o medico falou:

- O senhor vai ter de arrancar os testículos.

- Você está maluco! - protestou ele.

Dias depois foi procurar outro médico e ouviu o mesmo conselho.

- O senhor vai ter de arrancar os testículos.

Então, resolveu procurar o melhor especialista que havia nos Estados Unidos.

- Sinto muito – diz o doutor, após um rápido exame – mas a dor só vai desaparecer se o senhor arrancar os dois testículos.

Desesperado com a dor que se tornava cada dia mais insuportável, ele resolveu se submeter à cirurgia recomendada pelo médico. Assim que terminou a convalescença, para vencer a frustração, decidiu reformar todo o seu guarda-roupas e procurou o mais famoso costureiro em Paris.

- Pode ficar tranqüilo - disse o costureiro, em tom afetado. - Eu vou lhe fazer algumas roupas chiquérrimas. Você vai ficar lindo de morrer! Pode passar daqui a 15 dias que vai estar tudo prontinho!

- Você não vai tirar minhas medidas? - espantou-se o sujeito.

- Não é necessário! Só de olhar para esse seu corpo deslumbrante eu já sei o tamanho que você vai precisar.

- Duvido!

- Quer ver? Calça, 42, Paletó, 46, Camisa, número 3...

- Incrível... Está certíssimo!

- Cuecas número 4!

- Epa! Aí você se equivocou, eu uso cuecas número 3.

- Tá querendo me enganar, é? Tem que ser número 4!

- Sempre usei número 3!

- Você pode até usar cuecas número 3, mas vai te apertar as bolas e te dar uma dor de cabeça terrível!

5 de maio de 2007

O genio

O cara entra no bar e diz para o barman:

- Quero que você me pague uma bebida!

O barman, muito admirado, responde que não. Diz que o bar não é a Santa Casa da Misericórdia.

Então o cliente diz o seguinte:

- Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu lhe mostrar, você vai-me pagar uma bebida! O barman, intrigado, pede que ele mostre logo.

Então o cliente tira do casaco um baralho de cartas com cerca de 30 cm. O barman fica perplexo e, como nunca tinha visto um jogo de cartas tão grande, resolve mesmo pagar uma bebida ao homem. Alguns jogos e copos depois o barman resolve perguntar ao homem onde ele tinha arranjado tal estranho baralho.

- É que eu tenho um gênio que concede desejos.

O barman, todo empolgado, pede logo ao homem que lhe mostre o gênio para pedir alguma coisa. O homem esfrega uma lâmpada e realmente aparece o tal gênio, dizendo o seguinte:

- Vou-lhe conceder um único desejo, mas rápido que eu quero voltar a dormir.

O barman então, sem pensar muito, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:

- Quero um milhão! Um milhão em notas!

O gênio estala os dedos e, de repente, o bar fica atulhado de botas.

- Botas? Eu pedi um milhão em notas e não em botas! Essa porra desse gênio é um surdo, não acha?

O homem responde:

- Claro que acho! Ou você realmente acredita que eu ia pedir um baralho de 30 cm!

2 de maio de 2007

Santista roxo

Havia numa cidadezinha do litoral de SP, um sujeito que era torcedor do Santos de verdade. Diziam que, no mundo inteiro, não havia ninguém mais santista do que ele.

O homem envelheceu e ficou muito doente. Estava nas últimas e tinha só mais uns dias de vida. Então, mandou chamar seu filho mais velho e ordenou:

- Filho, vá até ao Parque São Jorge para mim. Tire uma carteirinha de sócio para o seu velho pai e compre uma camisa do Curintians.

O rapaz não entendeu nada, mas o pai estava nas últimas. Voltou para casa com a carteirinha e a camisa do Coringão. Quando o velho viu, deu aquele sorriso. Jogou fora a camisa do Santos, vestiu imediatamente a do Curintians e agarrou a carteirinha junto ao peito.

O filho, achando que o pai estava enlouquecendo, não resistiu:

- Mas, pai, o senhor toda vida foi Santista fanático. Não conheci outro torcedor do peixe como o senhor. Por que agora, no fim da vida, resolve mudar de time?

E o pai:

- É que eu quero que morra mais um Curintiano!

29 de abril de 2007

Os paises daqui a cem anos

Um americano, um islâmico e um brasileiro morreram e foram para o céu.

Chegando lá, o americano perguntou a Deus:

- O que será dos Estados Unidos daqui há cem anos?

E Deus respondeu:

- Os Estados Unidos será o maior país islâmico do mundo!

E o americano chorou, chorou muito.

Ai veio o islâmico e perguntou:

- E o Oriente Médio, Senhor? O que será dele daqui a cem anos?

E Deus respondeu:

- O Oriente Médio será o maior conglomerado mundial capitalista.

E o islâmico chorou, chorou muito.

Então foi a vez do brasileiro, cheio de vaidade, perguntar:

- E o Brasil, Senhor, como será o Brasil, daqui há cem anos?

E Deus chorou, chorou muito.

28 de abril de 2007

Como explicar sem ofender

Um homem de 85 anos estava fazendo seu check-up anual. O médico perguntou como ele estava se sentindo e ele respondeu:

- Nunca me senti tão bem. Minha nova esposa tem 25 anos está grávida, esperando um filho meu. Qual a sua opinião a respeito doutor?

O médico refletiu por um momento e disse:

- Deixe-me contar-lhe uma história: Eu conheço um cara que era um caçador fanático, nunca perdeu uma estação de caça. Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na mochila em vez da arma. Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu em sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e...BANG, o urso caiu morto.

- Ha!Ha!Ha! Isto é impossível – disse o velhinho – algum outro caçador deve ter atirado no urso.

- Exatamente!

18 de abril de 2007

Como uma pessoa que cursa Direito deve falar

Um professor perguntou a um dos seus alunos do curso de Direito:

Se você quiser dar a Epaminondas uma laranja, o que deverá dizer?

O estudante respondeu:

- Aqui está, Epaminondas, uma laranja para você.

O professor gritou, furioso:

- Não! Não! Pense como um Profissional do Direito.

O estudante respondeu:

- Ok professor, então eu diria:

“Eu, por meio desta dou e concedo a você, Epaminondas de tal, com o CPF de número XXX.XXX.XXX/XX e RG de numero XX.XXX.XX-XX, e somente a você, a propriedade plena e exclusiva, inclusive benefícios futuros, direitos, reivindicações e outras vindicações, títulos, obrigações e vantagens no que concerne à fruta denominada laranja em questão, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes transferindo-lhe todos os direitos e vantagens necessários para espremer, morder, cortar, congelar, triturar, descascar com a utilização de quaisquer objetos e de outra forma comer, tomar ou de qualquer forma ingerir a referida laranja, ou cedê-la com ou sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer natureza ou tipo, fica assim sem nenhum efeito no mundo cítrico e jurídico, valendo este ato entre as partes, seus herdeiros e sucessores, em caráter irrevogável e irretratável, declarando Epaminondas que o aceita em todos os seus termos e que conhece perfeitamente o sabor da laranja, não se aplicando ao caso o disposto no Código do Consumidor.”

E o professor então comenta:

- Melhorou bastante, mas não seja tão sucinto.

15 de abril de 2007

O cuco

Esta mensagem foi baseada num texto que vi postado no Blog Gastão SS – Humor.

Noite passada, uma moça ainda no escritório foi convidada para uma “reunião” com as suas amigas. Ela prometeu ao seu marido que estaria de volta à meia-noite. Mas, as horas passaram rapidamente e a champanhe estava rolando solta. Por volta das 3 da manhã, bêbada feito um gambá, ela chegou em casa.

Mal entrou em casa e o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes. Rapidamente, percebendo que o marido podia acordar, ela fez "cu-co" mais 9 vezes. Ficou realmente orgulhosa de si mesma por ter uma idéia tão brilhante e rápida (mesmo de porre) para evitar um possível conflito com ele.

Na manhã seguinte, o seu marido perguntou a que horas tinha chegado ontem e ela disse a ele que chegou meia-noite. Naquele momento ela se sentia aliviada, pois ele não pareceu nem um pouquinho desconfiado.

Então, ele disse:

- Nós precisamos de um novo cuco.

Quando ela perguntou o por que, ele respondeu:

- Bom, de madrugada nosso relógio fez "cu-co" 3 vezes, depois não sei porque soltou um "caraaaaalhoooooo!". Depois fez "cu-co" mais 4 vezes e espirrou. Em seguida fez mais 3 vezes, riu, e fez mais 2 vezes. Daí tropeçou no gato, derrubou a mesinha da sala, deitou e dormiu... comigo!

15 de março de 2007

Fábula moderna

O ratinho estava na toca, encurralado pelo gato, que, do lado de fora, miava:

- Miau, miau, miau...

O tempo passava e o ratinho ouvia:

- Miau, miau, miau, miau...

Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:

- Au, au, au, au...

Então deduziu: Se há um cachorro lá fora, o gato foi embora. Saiu disparado em busca de comida. Mas nem saiu bem da toca o gato já o pegou.

Inconformado, já na boca do gato, o rato pergunta:

- Porra gato! Que merda é esta?

E o gato respondeu:

- Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre de fome.

8 de março de 2007

O empréstimo do portugues

Um portugues diz ao gerente do banco:

- Quero fazer um empréstimo.

- De quanto?

- De 10 reais.

- Esse valor eu mesmo dou a você.

- Eu quero do banco.

- Com os juros, para 30 dias, vai dar R$ 12,00. Só que o banco pede garantia.

- Deixo meu carro zero na garagem do banco até eu pagar.

O homem vai para casa e diz à mulher:

- Maria, podemos viajar sem preocupação. Deixei o carro numa garagem por 30 dias e só vou pagar R$ 2,00 de aluguel.



Pensou que o português ia se dar mal. Não nesta piada...

3 de março de 2007

O advogado

Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade.

O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado.

- Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 3.000.000,00 por ano e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para nossa caridade. O senhor gostaria de contribuir agora?

O advogado respondeu:

- A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores à renda anual da aposentadoria dela?

- Ah, não, murmurou o diretor.

- Ou que meu irmão mais novo é cego e desempregado? Continuou o advogado.

O diretor nem se atreveu a abrir a boca.

- Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou-a sem um tostão e com cinco filhos menores para criar – falou o advogado, já com ar de indignação.

O diretor já se sentindo humilhado disse:

- Eu não tinha a menor idéia de tudo isso.

- E a sua pesquisa apurou que meu pai é diabético, cardiopata e que está na cadeira de rodas há mais de dez anos?

- Não senhor.

- E foi, por acaso, verificado que eu tenho dois sobrinhos surdos-mudos? – Perguntou o advogado.

Silêncio do diretor.

- Além de tudo isso – disse o advogado – vocês já sabem que meu irmão mais velho pediu falência e perdeu todos os seus bens?

- Não, absolutamente não, senhor! – Respondeu o diretor totalmente envergonhado com o papelão que fazia.

- Pois então, se eu não dou um tostão para eles, por que eu iria dar para vocês?